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at com psicóticos

Sujeitos psicóticos podem interpretar seus semelhantes como invasivos e persecutórios, o que pode tornar difícil o contato e gerar angústia e sofrimento para si e para as pessoas de seu convívio; podendo levar ao retraimento, até ao isolamento social.

Acreditamos que trabalhando em rede com um projeto terapêutico singular, possamos intervir de maneira que esses sujeitos ampliem os recursos para lidar com tais impasses.

 

at na escola

Como o acompanhante terapêutico pode atuar no ambiente escolar?
Crianças e adolescentes com impedimentos emocionais, cognitivos e/ou sociais, inclusive aqueles em que a curiosidade pelo conhecimento ainda não se instalou, podem se beneficiar de propostas de inclusão escolar que possibilitem a inserção desses sujeitos no campo da aprendizagem.
 

at com pais e bebês

O Acompanhamento terapêutico na relação de pais e bebês pode se justificar em diversas situações que cercam a gestação, o nascimento e o desenvolvimento de uma criança. A chegada de um filho é um período muito intenso, que requer dos pais a assunção de novos papéis, com adaptações tanto na sua rotina diária como na sua organização emocional.

at com idosos

O acompanhante terapêutico atua como mediador entre o sujeito idoso, os profissionais responsáveis por seu cuidado, seus familiares e pessoas de seu círculo, minimizando conflitos e orientando estratégias de bem-estar que privilegiem a singularidade do sujeito.

at nas toxicomanias

O Acompanhamento Terapêutico se propõe como uma possibilidade de tratamento capaz de promover novas relações e como facilitador da retomada de atividades que se viram comprometidas pelo uso abusivo de substâncias.

amigo qualificado

O acompanhante terapêutico era denominado amigo qualificado, pois a função da amizade está na base dessa modalidade de atendimento.​ Resgatamos essa denominação para propor intervenções pontuais para sujeitos que em momentos contingenciais da vida, necessitem do acolhimento, da escuta e do acompanhamento de um profissional para que possam sustentar ações em que não se vejam em condições de desempenhar sem um apoio qualificado.

at nos adoecimentos

Quando nós mesmos ou um ente querido adoece, muitas vezes  um abalo narcísico acontece e o orgânico antes esquecido se torna soberano, tornando-se neste momento a nossa principal fonte de investimento, o que pode gerar intensa angústia.

at no mundo do trabalho

Nesses casos, o acompanhante terapêutico pode atuar como mediador entre o acompanhado, seus familiares e as pessoas envolvidas no processo de empregabilidade, para pensar estratégias que facilitem e apoiem o sucesso e manutenção da empreitada.

at no campo judiciário

Existem casos em que o juiz pode indicar o Acompanhamento Terapêutico de um profissional de Saúde Mental visando escuta, acolhimento, mediação entre as partes envolvidas e orientação, minimizando sofrimento psíquico e contribuindo para o sucesso das medidas estabelecidas.