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Acompanhamento terapêutico em escola (inclusão escolar)
 

Algumas manifestações sintomáticas que acometem crianças ou adolescentes, classificadas nos referenciais diagnósticos médicos como: distúrbios específicos de aprendizagem, transtorno opositor desafiante, transtorno de conduta, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, transtorno do espectro autista, quadros sindrômicos e doenças neurológicas e de alteração psicomotora justificam as políticas de inclusão escolar que tem sido implementadas e garantidas pela legislação.

 

Crianças e adolescentes com impedimentos emocionais, cognitivos e/ou sociais, inclusive aqueles em que a curiosidade pelo conhecimento ainda não se instalou, podem se beneficiar de propostas de inclusão escolar sustentadas por uma rede de profissionais multidisciplinar, que promovam ações que possibilitem a inserção desses sujeitos no campo da aprendizagem.

 

É sabido que a escola é lugar privilegiado de socialização na infância e na adolescência e que a participação efetiva na escola proporciona melhoras significativas no percurso clínico desses sujeitos.

 

Neste contexto, o acompanhante terapêutico exerce uma função de mediação e facilitação da circulação da criança ou do adolescente na escola, construindo junto à escola e à família um projeto terapêutico singular, considerando que cada criança ou adolescente posiciona-se frente às demandas escolares no limite de suas possibilidades psíquicas.

 

O acompanhante terapêutico procura intervir de maneira a contribuir para a (re)organização da linguagem e para o enlaçamento afetivo e social, apresentando efeitos significativos no campo pedagógico e no desenvolvimento psicossocial da criança ou do adolescente.

Acompanhamento terapêutico de pais e bebês
 

Algumas manifestações sintomáticas que acometem crianças ou adolescentes, classificadas nos referenciais diagnósticos médicos como: distúrbios específicos de aprendizagem, transtorno opositor desafiante, transtorno de conduta, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, transtorno do espectro autista, quadros sindrômicos e doenças neurológicas e de alteração psicomotora justificam as políticas de inclusão escolar que tem sido implementadas e garantidas pela legislação.

 

Crianças e adolescentes com impedimentos emocionais, cognitivos e/ou sociais, inclusive aqueles em que a curiosidade pelo conhecimento ainda não se instalou, podem se beneficiar de propostas de inclusão escolar sustentadas por uma rede de profissionais multidisciplinar, que promovam ações que possibilitem a inserção desses sujeitos no campo da aprendizagem.

 

É sabido que a escola é lugar privilegiado de socialização na infância e na adolescência e que a participação efetiva na escola proporciona melhoras significativas no percurso clínico desses sujeitos.

 

Neste contexto, o acompanhante terapêutico exerce uma função de mediação e facilitação da circulação da criança ou do adolescente na escola, construindo junto à escola e à família um projeto terapêutico singular, considerando que cada criança ou adolescente posiciona-se frente às demandas escolares no limite de suas possibilidades psíquicas.

 

O acompanhante terapêutico procura intervir de maneira a contribuir para a (re)organização da linguagem e para o enlaçamento afetivo e social, apresentando efeitos significativos no campo pedagógico e no desenvolvimento psicossocial da criança ou do adolescente.

Acompanhamento terapêutico de idosos
 
 
Acompanhamento terapêutico nas toxicomanias

        As toxicomanias no mundo contemporâneo colocam desafios para todos os profissionais que se propõem a cuidar de sujeitos que se encontram em sofrimento devido ao uso abusivo de drogas.

              

         Ainda que o consumo de substâncias psicoativas esteja bastante enraizado na experiência humana, seu advento como toxicomania leva a sérios comprometimentos na vida dos usuários, como perda de trabalho, alijamento de relações pessoais, amorosas e familiares, depreciação financeira, entre outros.

                               

         O Acompanhamento Terapêutico se propõe como uma possibilidade de tratamento capaz de promover novas inscrições no laço social e como facilitador da retomada de atividades que se viram comprometidas pelo uso de tais substâncias, além da oportunidade de (re)estabelecer as relação do sujeito.

Na nossa cultura, o idoso se vê na contramão daquilo que é cultuado e valorizado pela sociedade: juventude, vigor, beleza, trabalho, entre outros.

 

O envelhecimento pode gerar sofrimento para o idoso e para os familiares que o cercam, especialmente devido a questões que podem aparecer, como:  diminuição da autonomia, perdas, separações, lutos, viuvez, mudanças de papéis, aposentadoria, preconceitos, conflitos intergeracionais, falta de perspectivas futuras, isolamento social, abandono, desamparo, depressão, limitações físicas, doenças e morte.

 

O acompanhante terapêutico atua como mediador entre o sujeito idoso, os profissionais responsáveis por seu cuidado, seus familiares e pessoas de seu círculo, minimizando conflitos e orientando estratégias de bem-estar que privilegiem a singularidade do sujeito.

 

A escuta e o acolhimento por parte de um acompanhante terapêutico pode propiciar que este sujeito, que foi protagonista de sua história, possa atualizar os tempos da memória, permitindo ressignificações que  permitam reposicionar-se frente aos enfrentamentos que este momento da vida impõe e que facilitem os laços sociais.

 
Acompanhamento terapêutico nos adoecimentos
 
Acompanhamento terapêutico nas psicoses
 
Acompanhamento terapêutico como amigo qualificado

O Acompanhante Terapêutico antes de se chamar assim, era denominado Amigo Qualificado, o que nos permite entrever que a função da amizade está na base dessa modalidade de atendimento clínico.

 

Independente das razões que levem a alguém buscar o atendimento de um acompanhante terapêutico, é fácil notar que são casos em que se observa no mínimo algum constrangimento no laço social.

 

Assim, nós, da equipe de Acompanhamento Terapêutico, resgatamos essa denominação em desuso, para propor intervenções pontuais para sujeitos que em momentos contingenciais da vida, necessitem do acolhimento, da escuta e do acompanhamento de um profissional para que possam sustentar ações em que nesse momento da vida não se vejam em condições de desempenhar sem um apoio qualificado.

 

São situações contingenciais em que se manifestam inibições, angústia, ansiedades, depressão ou apatia, geradas por causas conhecidas ou não, tais como: luto, separações, mudança de país, perda de emprego, mudança de escola, escolha profissional, questões da esfera da sexualidade e de relacionamento, até situações pós traumáticas, por acidente ou violência.

 

Os encontros podem acontecer na residência, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, no lazer, em eventos sociais, burocráticos, judiciais entre outros, que justifiquem a intervenção de um acompanhante terapêutico orientado pela ética e pela formação do psicanalista.