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atendimento psicanalítico

supervisão clínica

orientação familiar

transmissão e formação

assessoria institucional

Atendimento psicanalítico em consultório
 

A psicanálise é o tratamento oferecido pelo psicanalista que por ter havido ele mesmo atravessado sua análise pessoal, da qual pode advir o desejo de psicanalista, propõe-se a orientar análises de outros sujeitos.
O psicanalista por sua técnica, sustentada pela transferência, é capaz de tratar sintomas, angústia e inibições oriundos de diversas afecções, que ele pode diagnosticar, e assim, dirigir a cura, dentro dos preceitos éticos da psicanálise. O que se recolhe ao final de uma análise é o mais singular de um sujeito, em condições de assumir seu desejo de maneira responsável e de sustentar laços sociais inéditos e menos idealizados.

Supervisão clínica
 

A prática de supervisionar os casos que conduz está na base da formação do analista, independente do dispositivo ou modalidade de atendimento, ou seja, se são casos atendidos em seu consultório, como acompanhante terapêutico ou nas instituições de saúde, de educação, ou ainda por indicação judiciária. É sabido, que desde Freud, a formação do psicanalista compreende análise pessoal, estudo da teoria e supervisão.

 

É dado aos analistas falarem dos casos que conduzem com analistas que consideram experientes e pelos quais nutrem uma transferência de saber. É dado ao supervisor convocar o supervisionado a dar as razões de sua clínica.

A prática da supervisão favorece a construção do caso clínico, que inclui diagnóstico, direção de tratamento, avaliação dos efeitos das intervenções, entre outras questões possíveis de serem acolhidas pela escuta do supervisor.

Desde a ética da Psicanálise, a supervisão não se propõe como uma verificação técnica, universitária ou padrão, mas antes, como uma ousadia do supervisionando de pôr a prova sua clínica às intervenções do supervisor que pode provocar abertura e movimento à condução do caso clínico.

Orientação familiar
 

Eventos contingentes ou crônicos que acometem um ou mais membros de uma mesma família podem abalar o seu funcionamento e impactar negativamente nas relações familiares e no enfrentamento do cotidiano, muitas vezes gerando impasses e questões de difícil solução.

A escuta cuidadosa de um psicanalista é de grande eficácia para o diagnóstico da situação, para mediação e para uma orientação que busca privilegiar o reconhecimento das singularidades, das diferenças e das composições possíveis que contribuam para assunção dos papéis dentro do contexto familiar e a consequente melhora na qualidade dos laços entre seus membros.

Transmissão e formação
 

Nossa equipe compreende que a formação do acompanhante terapêutico, assim como a do analista, deve levar em consideração três eixos fundamentais: o estudo teórico, a supervisão dos casos e a análise pessoal.

Na medida em que temos como orientação clínica a ética da psicanálise, que aponta para o sujeito do inconsciente em sua singularidade, e a concepção de que o Acompanhamento Terapêutico se trata de um dispositivo clínico, defendemos que a transmissão desta prática só se viabiliza a partir da articulação destes eixos. Nos servimos dos referenciais teóricos da psicanálise para estabelecer uma direção de tratamento a partir de uma hipótese diagnóstica. A construção desta hipótese só é possível em um espaço que a experiência clínica possa ser compartilhada, acolhida e interrogada. Suportado por uma equipe, o acompanhante terapêutico pode construir novas estratégias para seguir com o caso e, com seu próprio percurso analítico, poderá suspender saberes e preconceitos sobre o sujeito acompanhado para que, então, surja um encontro potente e inédito.

Para tanto, nossa equipe se reúne semanalmente para fazer a supervisão dos casos em andamento e, na última semana de cada mês, organizamos um grupo de leitura para nos aprofundarmos em textos de Freud e Lacan que nos ajudam a pensar a clínica, em especial, a clínica das psicoses.

A equipe nós., engajada com a formação do acompanhante terapêutico, portanto, oferece grupos de estudos e cursos relacionados à teoria psicanalítica e à clínica do AT, além de ministrar palestras em instituições.

Assessoria institucional
 

As assessorias são realizadas conforme demanda das instituições.
É frequente que as instituições requisitem assessoria a partir de questões que suscitem impasses e conflitos nas equipes de trabalho.


Os profissionais atendem em dupla e funcionam como facilitadores para a abertura de diálogo e circulação da palavra, visando ressignificações das narrativas, reposicionamentos subjetivos e efeitos positivos na circulação dos afetos.